Uso responsável de antimicrobianos em ruminantes

Regras do MAPA, evidência científica e o papel de veterinários, zootecnistas e equipe no uso responsável de antimicrobianos em bovinos, ovinos e caprinos.

Antimicrobianos continuam indispensáveis para tratar infecções em bovinos, ovinos e caprinos. Ao mesmo tempo, cada uso desnecessário favorece a seleção de bactérias resistentes, por isso o tema passou a envolver regras novas, metas internacionais e uma divisão clara de responsabilidades dentro da fazenda.

Por que o uso responsável de antimicrobianos importa na pecuária

O uso responsável de antimicrobianos significa empregar o medicamento certo, no animal certo, pelo motivo certo e pelo tempo necessário. Na prática, isso exige diagnóstico, prescrição e registro. Também exige prevenção, porque a forma mais segura de reduzir o uso é evitar que o animal adoeça.

A resistência antimicrobiana ocorre quando bactérias deixam de responder aos medicamentos que antes as controlavam. Como as mesmas classes de antibióticos servem a pessoas e animais, o tema faz parte da abordagem de Saúde Única, que integra saúde humana, animal e ambiental. Foi com essa lógica que a Organização Mundial da Saúde aprovou, em 2015, o Plano de Ação Global sobre resistência antimicrobiana, em parceria com a FAO e a Organização Mundial de Saúde Animal, a OMSA (WHO, 2015).

Para o produtor, o tema também tem efeito direto no caixa. Um tratamento que não funciona prolonga a doença, aumenta o descarte de leite e pode gerar resíduos acima do permitido. Além disso, frigoríficos, laticínios e mercados importadores cobram cada vez mais rastreabilidade sobre o uso desses produtos.

O que mostram os dados globais

A OMSA monitora o uso de antimicrobianos em animais por meio do sistema ANIMUSE. Segundo o nono relatório anual, publicado em maio de 2025, o uso global caiu 5% entre 2020 e 2022, passando de 102 para 97 mg por quilo de biomassa animal (WOAH, 2025). Na região das Américas, a redução foi de 4%. Dos 157 países participantes, 111 enviaram dados quantitativos.

O mesmo relatório mostra, porém, que 22% dos participantes ainda usavam antimicrobianos como promotores de crescimento. Portanto, a tendência é de queda, mas os dados se referem a médias globais e não descrevem a realidade de cada cadeia produtiva.


O que dizem as regras brasileiras sobre antimicrobianos na pecuária

Venda sob prescrição e rações medicamentosas

Desde 2009, a Instrução Normativa MAPA nº 26 estabelece que antimicrobianos de uso veterinário só podem ser vendidos mediante prescrição do médico-veterinário. Por isso, o rótulo desses produtos deve trazer em destaque a expressão “venda sob prescrição do médico-veterinário” (BRASIL, 2009). Da mesma forma, a Portaria MAPA nº 798/2023 mantém a exigência de prescrição prévia quando rações ou suplementos com medicamento se destinam a tratamento ou metafilaxia (BRASIL, 2023a).

Metafilaxia, aliás, é o tratamento de um grupo de animais em que parte já está doente e o restante tem alto risco de adoecer. Ela se diferencia da prevenção em animais sadios e do tratamento individual, e cada uma dessas situações exige justificativa técnica própria.

Fim progressivo dos promotores de crescimento

O Brasil vem retirando, de forma gradual, antimicrobianos usados como aditivos melhoradores de desempenho. A Instrução Normativa nº 45/2016 proibiu a colistina para essa finalidade, e a Instrução Normativa SDA nº 1/2020 estendeu a proibição a tilosina, lincomicina e tiamulina (BRASIL, 2016; BRASIL, 2020). Em seguida, a Portaria SDA/MAPA nº 1.617, de 24 de abril de 2026, incluiu avoparcina, bacitracina e suas formas, além da virginiamicina, e cancelou os registros desses produtos como melhoradores (BRASIL, 2026b).

Segundo esclarecimento do MAPA, os estoques fabricados ou importados antes da portaria puderam ser vendidos e usados por 180 dias, prazo que terminou em 23 de outubro de 2026. Em todo caso, essas normas atingem o uso como aditivo de desempenho; o uso terapêutico, com registro e prescrição, segue outras regras.

Antimicrobianos reservados à medicina humana

Em fevereiro de 2024, a OMS publicou a Lista de Antimicrobianos Medicamente Importantes, que classifica as classes conforme sua relevância para a saúde humana (WHO, 2024). A partir dessa referência, a Portaria SDA/MAPA nº 1.600, de 13 de abril de 2026, proibiu o registro, a importação e o emprego de antimicrobianos reservados ao uso humano em animais destinados à alimentação (BRASIL, 2026a). De acordo com o CFMV, a norma também limita os antimicrobianos de mais alta prioridade a situações sem alternativa, com justificativa técnica registrada pelo médico-veterinário (CFMV, 2026).

Antimicrobianos criticamente importantes de mais alta prioridade

É a categoria da OMS para classes essenciais ao tratamento de infecções graves em pessoas e com poucas alternativas. Entre elas estão as quinolonas, as polimixinas, como a colistina, e as cefalosporinas de terceira geração em diante. A OMSA mantém uma lista própria, voltada à importância veterinária, e as duas devem ser consideradas juntas.

O plano nacional

No âmbito federal, o MAPA conduz o PAN-BR Agro, braço agropecuário do plano nacional de prevenção e controle da resistência antimicrobiana. Depois de uma primeira etapa entre 2018 e 2022, a segunda etapa foi publicada em junho de 2023 e prevê ações para o período de 2023 a 2027 (BRASIL, 2023b).


Quem faz o quê no uso de antimicrobianos na fazenda

O papel do médico-veterinário

A Lei nº 5.517/1968 reserva ao médico-veterinário a prática da clínica em todas as suas modalidades e a assistência técnica e sanitária aos animais (BRASIL, 1968). Assim, diagnosticar, decidir se há indicação de antimicrobiano, escolher o princípio ativo e prescrever são atos do veterinário. Cabe a ele, também, definir protocolos para a fazenda, orientar o período de carência e decidir quando o uso fora da bula se justifica, sempre sob sua responsabilidade.

Período de carência, ou de retirada, é o intervalo mínimo entre a última aplicação e o abate ou a ordenha para consumo. Ele consta da bula de cada produto e serve para que os resíduos fiquem abaixo dos limites permitidos. Quando o uso foge do que está na bula, a carência também precisa ser definida pelo veterinário com base técnica.

O papel do zootecnista e da equipe

A Lei nº 5.550/1968, por sua vez, atribui ao zootecnista a promoção de medidas de fomento à produção, incluindo métodos de alimentação e melhoramento adequados à adaptação dos animais ao meio (BRASIL, 1968b). Na prática, nutrição, ambiência, conforto térmico, bem-estar e planejamento do manejo influenciam diretamente a ocorrência de doenças e, consequentemente, a necessidade de tratamento.

Já a equipe da fazenda executa o que foi prescrito e mantém o sistema funcionando no dia a dia. Isso inclui colostragem bem feita, limpeza de instalações, rotina de ordenha, identificação dos animais tratados, descarte correto do leite e registro de cada aplicação.

Prevenção também é responsabilidade técnica

Prescrever é atribuição do médico-veterinário, mas reduzir a necessidade de antimicrobianos depende de toda a equipe. Por exemplo, um bom programa de colostragem, a nutrição adequada no pré-parto e o controle de ambiente na maternidade atuam antes que a doença apareça.


O que a evidência mostra em bovinos de leite

Terapia seletiva de vaca seca

Na secagem, muitas fazendas tratam todas as vacas com antimicrobiano intramamário, prática conhecida como terapia total. A alternativa é a terapia seletiva, em que apenas vacas com indício de infecção recebem o antimicrobiano. Uma revisão sistemática com meta-análise reuniu nove ensaios sobre o tema (WINDER et al., 2019).

No conjunto dos estudos, as vacas tratadas de forma seletiva tiveram risco maior de infecção intramamária ao parto, com alta heterogeneidade entre os trabalhos. No entanto, quando os ensaios usaram selante interno de teto, não houve diferença entre os grupos. Os próprios autores alertam que o número pequeno de ensaios limita a interpretação. Assim, a evidência sustenta a terapia seletiva associada ao selante, desde que a fazenda tenha critérios confiáveis para escolher quais vacas tratar.

Mastite clínica tratada com base em cultura

Nem todo caso de mastite clínica se beneficia de antimicrobiano. Casos leves e moderados causados por bactérias gram-negativas, por exemplo, costumam ter cura espontânea. Por isso, alguns protocolos tratam apenas os casos não graves em que a cultura indica agente sensível ao tratamento.

Uma revisão sistemática com meta-análise de 13 estudos comparou esse modelo com o tratamento de todos os casos (DE JONG et al., 2023). O tratamento seletivo não foi inferior quanto à cura bacteriológica. Além disso, não houve diferenças relevantes em contagem de células somáticas, produção de leite, recidiva ou descarte; o intervalo até a cura clínica aumentou cerca de 0,4 dia. Os autores ressaltam, contudo, risco de viés em parte dos estudos. Por fim, a revisão tratou de casos não graves; casos graves continuam exigindo tratamento imediato, sem esperar resultado de cultura.


Bezerros e bovinos de corte

Diarreia neonatal

A diarreia de bezerros é uma das principais causas de uso de antimicrobianos em bovinos jovens. Em revisão crítica da literatura, Constable (2004) relatou que cerca de 30% dos bezerros diarreicos com doença sistêmica apresentam bacteremia, principalmente por Escherichia coli. Para esses animais, o autor considera o antimicrobiano indicado.

Por outro lado, para bezerros com diarreia que mantêm o apetite e não têm febre, a recomendação da revisão é acompanhar o animal sem antimicrobiano. Em ambos os casos, o tratamento de suporte, com hidratação e correção de distúrbios eletrolíticos, continua necessário. A decisão sobre o princípio ativo e a dose cabe ao médico-veterinário, inclusive porque parte das opções citadas na revisão é de uso fora da bula.

Doença respiratória no confinamento

Em bovinos de corte, a doença respiratória bovina (DRB) concentra boa parte do uso de antimicrobianos nas primeiras semanas de confinamento. Uma revisão sistemática com meta-análise em rede avaliou antibióticos injetáveis aplicados na chegada para controlar a DRB nos primeiros 45 dias (O’CONNOR et al., 2019). Os macrolídeos foram os mais eficazes para reduzir a incidência da doença, enquanto a oxitetraciclina injetável superou a ausência de tratamento, mas com efeito menor.

Os autores observam, ainda, que a oxitetraciclina pode trazer vantagem do ponto de vista do uso prudente. Esses resultados vêm de estudos com animais desmamados em sistemas intensivos, majoritariamente na América do Norte, e não autorizam a metafilaxia de rotina em qualquer lote. Logo, a decisão depende da avaliação de risco do lote pelo veterinário.

Pequenos ruminantes

Para ovinos e caprinos, a literatura sobre uso de antimicrobianos é mais escassa, e há poucos produtos registrados especificamente para essas espécies. Ainda assim, existem dados brasileiros sobre resistência. Em estudo com 210 isolados de Staphylococcus spp. de mastite em pequenos ruminantes no Brasil, apenas 33,8% foram sensíveis a todos os antimicrobianos testados (FRANÇA et al., 2012). A resistência mais frequente foi à amoxicilina (50,0%), seguida de estreptomicina (42,8%) e tetraciclina (40,4%).

Esses números pertencem aos rebanhos e ao período daquele estudo e, portanto, não representam a situação atual de todo o país. Mesmo assim, eles indicam que padronizar tratamentos de mastite em cabras e ovelhas sem cultura e antibiograma tende a gerar falhas.


O retrato do uso de antimicrobianos nas fazendas brasileiras

Os estudos nacionais sobre uso de antimicrobianos em fazendas ainda são regionais. Um dos mais amplos entrevistou responsáveis por 286 propriedades leiteiras em 36 municípios de Goiás, entre 2019 e 2021 (SILVA et al., 2023). Nesse levantamento, apenas 26,2% dos produtores usavam antibacterianos indicados por médico-veterinário. Além disso, 37,4% não sabiam distinguir antibacterianos de outros medicamentos, como antiparasitários.

Cerca de 40,5% das propriedades contavam com assistência veterinária, e essas fazendas usavam os antibacterianos de forma mais adequada. Tetraciclinas e penicilinas foram os princípios ativos mais citados. Os autores também encontraram associação entre baixa escolaridade e uso sem orientação técnica.

Cuidado ao generalizar

O estudo de Goiás é transversal e baseado em entrevistas, portanto mostra associações e não causas. Seus resultados descrevem pequenas e médias propriedades leiteiras daquele estado e não devem ser tratados como média nacional. Ainda assim, ele aponta o mesmo problema que as normas tentam corrigir: o uso sem diagnóstico e sem prescrição.

Resumo prático por situação

A tabela abaixo organiza as principais situações discutidas. Em todas elas, a escolha do produto, a dose e a carência dependem de avaliação do médico-veterinário e das informações da bula.

SituaçãoO que a evidência indicaCuidado
Secagem de vacas leiteirasTerapia seletiva com selante sem aumento de infecção ao partoCritérios de seleção definidos pelo veterinário
Mastite clínica não graveTratamento guiado por cultura não inferior na cura bacteriológicaCasos graves tratados sem esperar cultura
Bezerro com diarreia, sem sinais sistêmicosAcompanhar sem antimicrobianoHidratação e reavaliação diária
Bezerro com diarreia e doença sistêmicaAntimicrobiano indicadoEscolha e dose pelo veterinário
Lote de alto risco na chegada ao confinamentoAntibiótico na chegada reduz incidência de DRBNão aplicar como rotina em lotes de baixo risco
Mastite em cabras e ovelhasResistência frequente em Staphylococcus spp.Cultura e antibiograma antes de padronizar
Diagnóstico, prescrição e registro reduzem o uso desnecessário. Prevenção bem feita reduz a necessidade de usar.

Erros comuns na fazenda

  • Comprar antimicrobiano sem receita. Afinal, a venda exige prescrição do médico-veterinário desde 2009.
  • Repetir o tratamento “que deu certo da outra vez”. Sem diagnóstico, o produto pode não atingir o agente, e a melhora pode ter sido espontânea.
  • Interromper ou prolongar o tratamento por conta própria. Ou seja, a duração faz parte da prescrição.
  • Ignorar a carência. Por isso, todo animal tratado precisa de identificação e registro até o fim do prazo.
  • Tratar antimicrobiano como substituto de manejo. Na prática, falhas de colostragem, higiene ou ambiência voltam a gerar casos.

Perguntas frequentes

Posso comprar antibiótico na loja agropecuária sem receita?

Não. Pela Instrução Normativa MAPA nº 26/2009, antimicrobianos de uso veterinário são de venda sob prescrição do médico-veterinário, e o rótulo precisa informar essa exigência.

O zootecnista pode prescrever antimicrobianos?

Não. A clínica e a assistência sanitária aos animais são atividades privativas do médico-veterinário pela Lei nº 5.517/1968. Por outro lado, o zootecnista tem papel central na prevenção, por meio de nutrição, manejo e ambiência.

Todos os promotores de crescimento foram proibidos?

Não. As normas brasileiras atingem princípios ativos específicos: colistina (2016), tilosina, lincomicina e tiamulina (2020) e, em 2026, avoparcina, bacitracina e virginiamicina. Ionóforos, como a monensina, não constam dessas listas.

O que é período de carência?

É o tempo mínimo entre a última aplicação e o abate ou o aproveitamento do leite. Ele aparece na bula e garante que os resíduos fiquem dentro dos limites legais. Em uso fora da bula, o veterinário precisa definir a carência com base técnica.

Terapia seletiva de vaca seca aumenta a mastite?

Em meta-análise, a terapia seletiva sem selante esteve associada a mais infecções ao parto. Quando os estudos usaram selante interno de teto, porém, não houve diferença. O resultado depende de bons critérios de seleção.

Todo bezerro com diarreia precisa de antibiótico?

Não. Segundo revisão de Constable (2004), bezerros com apetite preservado e sem febre podem ser acompanhados sem antimicrobiano. Já animais com doença sistêmica têm indicação, sempre com hidratação adequada.

A resistência nos animais afeta as pessoas?

Pode afetar, porque bactérias e genes de resistência circulam entre animais, pessoas e ambiente. Por isso, OMS e OMSA classificam os antimicrobianos conforme sua importância e recomendam preservar os mais críticos para a medicina humana.

Conclusão

O uso responsável de antimicrobianos na pecuária deixou de ser apenas recomendação. Hoje ele se apoia em normas que exigem prescrição, proíbem promotores de crescimento importantes e restringem as classes mais críticas. Ao mesmo tempo, revisões sistemáticas mostram que é possível reduzir o uso em situações específicas, como secagem e mastite não grave, sem prejuízo dos resultados avaliados.

Na fazenda, essa mudança depende de papéis bem definidos. O médico-veterinário diagnostica e prescreve, enquanto o zootecnista e a equipe sustentam a prevenção e os registros. Dessa forma, o rebanho recebe antimicrobiano quando precisa, e esses medicamentos continuam eficazes por mais tempo.


Referências bibliográficas

Artigos científicos

CONSTABLE, P. D. Antimicrobial use in the treatment of calf diarrhea. Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 18, n. 1, p. 8-17, 2004. DOI: 10.1111/j.1939-1676.2004.tb00129.x. PMID: 14765726.

DE JONG, E. et al. Selective treatment of nonsevere clinical mastitis does not adversely affect cure, somatic cell count, milk yield, recurrence, or culling: a systematic review and meta-analysis. Journal of Dairy Science, v. 106, n. 2, p. 1267-1286, 2023. DOI: 10.3168/jds.2022-22271. PMID: 36543640.

FRANÇA, C. A. et al. Antimicrobial resistance of Staphylococcus spp. from small ruminant mastitis in Brazil. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 32, n. 8, p. 747-753, 2012.

O’CONNOR, A. M. et al. A systematic review and network meta-analysis of injectable antibiotic options for the control of bovine respiratory disease in the first 45 days post arrival at the feedlot. Animal Health Research Reviews, v. 20, n. 2, p. 163-181, 2019. DOI: 10.1017/S1466252320000031. PMID: 32081117.

SILVA, D. B. C. et al. Antibacterials and behaviors adopted by milk producers in Goiás, Brazil. Ciência Animal Brasileira, v. 24, e-73715E, 2023. DOI: 10.1590/1809-6891v24e-73715E.

WINDER, C. B. et al. Comparative efficacy of blanket versus selective dry-cow therapy: a systematic review and pairwise meta-analysis. Animal Health Research Reviews, v. 20, n. 2, p. 217-228, 2019. DOI: 10.1017/S1466252319000306. PMID: 32081118.

Legislação e documentos oficiais

BRASIL. Lei nº 5.517, de 23 de outubro de 1968. Dispõe sobre o exercício da profissão de médico-veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. Diário Oficial da União, 1968.

BRASIL. Lei nº 5.550, de 4 de dezembro de 1968 (1968b). Dispõe sobre o exercício da profissão de zootecnista. Diário Oficial da União, 1968.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº 26, de 9 de julho de 2009. Regulamento técnico para fabricação, controle de qualidade, comercialização e emprego de produtos antimicrobianos de uso veterinário. Diário Oficial da União, 2009.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa nº 45, de 22 de novembro de 2016. Diário Oficial da União, 2016.

BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Instrução Normativa SDA nº 1, de 13 de janeiro de 2020. Diário Oficial da União, 2020.

BRASIL. Ministério da Agricultura e Pecuária. Portaria MAPA nº 798, de 2023 (2023a). Uso de medicamentos na fabricação de produtos destinados à alimentação animal. Diário Oficial da União, 2023.

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BRASIL. Ministério da Agricultura e Pecuária. Portaria SDA/MAPA nº 1.600, de 13 de abril de 2026 (2026a). Diário Oficial da União, 2026.

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WHO. World Health Organization. Global action plan on antimicrobial resistance. Geneva: WHO, 2015.

WHO. World Health Organization. WHO Medically Important Antimicrobials List for Human Medicine (WHO MIA List). Geneva: WHO, 2024.

WOAH. World Organisation for Animal Health. Annual report on antimicrobial agents intended for use in animals: 9th report. Paris: WOAH, 2025.

Outras publicações

CFMV. Nova regra restringe uso de antimicrobianos na produção animal; entenda o que muda. Brasília: Conselho Federal de Medicina Veterinária, 22 set. 2026.

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